terça-feira, 20 de maio de 2008

Por que ser professor

Tema: Mercado de Trabalho.
Matéria da revista Nova Escola, trata sobre a educação como prioridade no nosso país, sobre as vagas para aqueles que têm interesse em lecionar, vantagens e desvantagens do magistério, formação.
Boa leitura, mas nada que a gente não saiba...

http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/Esp_016/aberto/mt_especial_268533.shtml

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Gestão escolar

Quando se trata de administrar uma instituição, a tarefa mais importante do gestor ou da equipe gestora é tomar as decisões certas para chegar a resultados positivos, ou seja, ao lucro. Em educação, essa frase poderia ser traduzida assim: implantar as mudanças necessárias na escola para que todos os alunos aprendam. Manter a papelada em dia, atualizar os relatórios e outras questões burocráticas fazem parte da rotina de qualquer administrador, mas tudo isso deve ser feito em função do objetivo principal da escola.
Atenção ao nível de aprendizagem da turma
Mas o que é uma gestão escolar eficiente? A resposta está na preocupação do gestor com o pedagógico: "É função do diretor ou da equipe gestora estar sempre alerta aos problemas de aprendizado para ajudar o professor a encontrar as melhores estratégias de ensino". Além de incentivar o uso de novas metodologias e tecnologias, o diretor deve promover a discussão permanente de assuntos pedagógicos e outros que permeiam a educação, como o comportamento afetivo e sexual dos jovens, as drogas e o consumismo.
A escola geralmente é uma instituição que reage negativamente a mudanças, e todos os rituais de passagem são enfrentados com resistência. Opor-se a essa inércia é uma das marcas do bom gestor.

Todos envolvidos na solução dos problemas
A boa gestão não está ligada às ações de uma só pessoa, mas envolve a comunidade pedagógica todos que interagem com os alunos e que ensinam algo a eles. Apesar de o papel do diretor ser fundamental, sozinho ele não consegue atingir as metas de um aprendizado de qualidade. O coordenador pedagógico é seu braço direito para procurar alternativas para a sala de aula, ir atrás de estratégias de ensino novas e eficientes, planejar os horários de trabalho coletivo ou coordenar discussões pedagógicas. O professor, por sua vez, também deve estar envolvido com o trabalho de gestão, pois na ponta de todo o processo está ele com sua classe, aplicando tudo o que foi discutido em equipe.

Características do bom gestor
Um bom gestor deve ser um líder e agregar as seguintes atitudes:
Estar sempre preocupado com os resultados da aprendizagem.
Participar do planejamento e fazer o acompanhamento do trabalho docente.
Conversar com alunos e funcionários para detectar problemas e níveis de satisfação e ouvir sugestões.
Ser um construtor de consensos, mas estar sempre aberto às novas idéias e à diversidade, aceitando opiniões e novas propostas.
Ser audacioso o suficiente para fazer as mudanças necessárias visando sempre melhorar a qualidade do ensino.
Manter as questões administrativas em dia.

Retirado da Revista Nova Escola, edição 188 - dez/2005
Entitulado: 'Gestão escolar - Qual o segredo do sucesso de um gestor?'

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Rótulos

Algumas atividades com rótulos:


sábado, 19 de abril de 2008

Atividade






Numerais
Dia do Índio

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Intervenção pedagógica em relação às dificuldades de aprendizagem

PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA ESCOLA

Profª Ms. Clarice Monteiro Escott

DIAGNÓSTICO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA ESCOLA:
ALGUMAS POSSIBILIDADES DE DIAGNÓSTICO NA SALA DE AULA:
*A espontaneidade de ação é parte do processo de investigação do professor;
*Respeito ao tempo e possibilidades do aluno;
*Instrumentos para o diagnóstico: a entrevista da história do aluno, a evolução psicogenética, a
utilização de jogos de regras, simbólicos ou de repetição, informática, música, etc...
*Importância do registro das observações e da busca teórica para compreensão dos processos e
hipóteses levantadas.

INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA SALA DE AULA
A SALA DE AULA ENQUANTO SITUAÇÃO PROBLEMA:
*Problematizar qualquer situação surgida: O que é? Qual a questão? Como fazer? Quais os dados?
Como organizar? Como desenvolver? Como finalizar? Que material usar?
*Perguntas que conduzam a: organização do pensamento, planejamento de situações, estrutura da
situação (começo, meio e fim), avaliação e adequação das ações;
> intervenção a partir das possibilidades do aluno e das estruturas operatórias subjacentes ao
conhecimento escolar.
Aluno Sujeito Objeto do conhecimento
de aprendizagem Desejo
Professor mediador

INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA SALA DE AULA
I - Ênfase na construção da autonomia dos alunos: investimento nas relações de cooperação e
construção de regras de convivência; trabalho a partir de situações problema – seleciona hipóteses, testa
caminhos e possibilidades.
II – Aumento da auto-estima e segurança; as soluções são fruto do trabalho pessoal e grupal, da
criatividade, reconhecimento das próprias possibilidades.
III – Equilibração da Modalidade de aprendizagem: equilíbrio entre assimilação e acomodação,
flexibilidade no pensamento sobre o objeto de conhecimento.
IV – Desenvolvimento das estruturas operatórias de pensamento: organiza atividades ou projetos,
pesquisa e seleciona opções, desenvolve soluções – utilização de jogos de repetição ( sensório motores),
simbólico e de regras.
V - Resgata o desejo de aprender: relação entre o afetivo e o cognitivo (atende as necessidades do
aluno).
VI – Torna-se sujeito do seu aprender: constrói a responsabilidade sobre a sua própria aprendizagem
– autonomia e autoria de pensamento.
VII – Atenção às 4 dimensões da aprendizagem: corpo, inteligência, organismo e desejo.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Epistemologia de Piaget

NOÇÕES OPERATÓRIAS SEGUNDO A
EPISTEMOLOGIA GENÉTICA DE PIAGET

NOÇÃO DE OBJETO PERMANENTE: Possibilidade de substancialidade, permanência e localização de um determinado objeto. Diferenciação.

NOÇÃO DE ESPAÇO: noção de um espaço geral que engloba todas as particularidades de espaço,
compreendendo todos os objetos tornados sólidos e permanentes, inclusive o corpo próprio, coordenando os deslocamentos (anteriormente, existe uma série de espaços heterogêneos uns aos outros, incoordenados entre eles e todos centrados sobre o corpo próprio: bucal, visual, tátil, auditivo).

NOÇÃO DE TEMPO: O conceito de tempo envolve as noções de sucessão de eventos, duração e
simultaneidade.


FUNÇÃO SIMBÓLICA: é a linguagem, sistema de sinais sociais em oposição aos símbolos
individuais. Várias formas de manifestação anteriores:
1. Jogo simbólico: representação de alguma coisa por meio de objeto ou gesto.
2. Imitação indireta: simbolismo gestual.
3. Imagem mental ou imitação interiorizada.


SERIAÇÃO: possibilidade de comparar os elementos entre eles, colocando-os sob uma ordem
(menor ao maior p. ex). Implica uma lógica de classes, relações e números.


CLASSIFICAÇÃO: compreensão do fato de que a parte é menor que o todo. Toma como critério a inclusão de classes.


CONSERVAÇÃO: capacidade de entender que quantidades de objetos continuam a ter o mesmo
comprimento, substância, número, etc., se nada for adicionado ou retirado, apenas a forma alterada.


REVERSIBILIDADE: é a característica dos estados de equilíbrio. Capacidade de executar a mesma ação nos dois sentidos do percurso, mas tendo consciência de que se trata da mesma ação. A capacidade da criança no estágio operacional concreto, de entender que qualquer mudança de posição, forma, ordem, etc., pode ser mentalmente revertida isto é, voltar para a sua forma posição, ordem ou número original.


NOÇÃO DE CAUSALIDADE: relação que une a causa a seu efeito.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
GOULART, Iris Barbosa: Piaget: experiências básicas para utilização pelo professor. Petrópolis, RJ: 1991.
KAMII, Constance. A criança e o número. Campinas: Papirus, 1998.
MONTANGERO, Jaques; MAURICE-NAVILLE, Danielle. Piaget ou a inteligência em evolução. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
PETERSON, Rosemary, Manual Piagetiano para professores e pais: crianças na idade da
descoberta. Porto Alegre : Artes Médicas, 2002.
PIAGET, Jean. Problemas de Psicologia Genética: Rio de Janeiro: Forense Editora,1973.
__________. A Formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação: Rio de Janeiro: Forense Editora:1978.
__________.Seis Estudos de Psicologia, Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.
RANGEL,Ana Cristina. Educação Matemática e a construção do número pela criança. Porto Alegre: Artes Médicas,1992.
VISCA, Jorge. El diagnostico operatorio em la practica psicopedagogica. Buenos Aires: 1995.
WADSWORTH, Barry J, Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget. São Paulo:
Pioneira,1992.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Mensagem


"A verdadeira aprendizagem chega ao coração do que significa ser humano. Através da aprendizagem, nos recriamos. Através da aprendizagem tornamo-nos capazes de fazer algo que nunca fomos capazes de fazer. Através da aprendizagem percebemos novamente o mundo e nossa relação com ele. Através da aprendizagem ampliamos nossa capacidade de criar, de fazer parte do processo gerativo da vida." Peter Senge

domingo, 9 de março de 2008

quarta-feira, 5 de março de 2008

Dinâmicas de apresentação

O Jogo das Saudações
Dinâmica para o Primeiro Dia de Aula
OBJETIVO GERAL: Facilitar o entrosamento, despertar a cordialidade e espontaneidade.

OBJETIVO ESPECÍFICO: Atividade inicial para promover aproximação entre os colegas, ou entre eles e crianças novas, no primeiro dia do ano em que se encontram.

COMO JOGAR:
- Peça que todos se levantem e caminhem pelo espaço. Avise que você vai dar um sinal (pode ser uma palma ou apito) e, quando o ouvir, cada um deverá parar diante de um colega, trocar um olhar e acenar com um "tchauzinho". Quem não conseguir um par para fazer isto irá sentar-se no chão.- A brincadeira recomeça. Todos voltam a caminhar pelo espaço, pois ninguém fica de fora, neste jogo. Só que agora a regra é outra: ao ouvir o sinal, todos vão parar diante de duas pessoas (nenhuma pode ser a mesma de antes), trocar um olhar e perguntar os seus nomes. Quem não conseguir, vai sentar-se no chão.
- Agora, vamos parar e segurar a mão de três pessoas, que não sejam as mesmas das etapas anteriores.
- Em seguida, vamos dar um forte abraço em quatro pessoas...- Para terminar, todos vão cumprimentar quem ainda não cumprimentaram e voltar aos seus lugares.


As Dinâmicas de Integração
Excelentes para os primeiros dias de aula e têm como objetivo:
- que os participantes se apresentem;- que memorizem os respectivos nomes;- que iniciem um relacionamento amistoso;- que se desfaçam as inibições;- que falem de suas expectativas.
1) Eu sou... e você, quem é?
Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.
2) Apresentante:
Material Necessário: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.
3) Alô, alô!
Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a auto-estima.
4) Procurando um coração...
Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.
5) Abraçando amigos
Formar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la atentamente. Exemplo: "Abraço de três" e todos começam a se abraçar em grupo de três; "abraço de cinco", "abraço de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador esteja atento para que todos participem.
6) Quando estiver...
Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase.Exemplo: "Durante minhas férias irei para a praia..".O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguinte dirá: "Quando estiver no barco, irei..."

7) Apresentação
Propor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os participantes do grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante for pronunciado, ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Transmutar

As mudanças sempre ocorrem, quer se queira ou não...

O município de Tapes adotou a metodologia pós-contrutivista (GEEMPA) durante o ano de 2007, porém não continuou os trabalhos começados... não haverão mais assessorias ou cursos.
Na minha opinião, os motivos que se destacam são: o comodismo da maioria dos educadores, a falta de verbas para atualização docente e uma necessária mudança no plano de carreira.

Convidei algumas colegas para publicarem seus textos aqui e, como o tempo passou e nada aconteceu, re-editei o texto de abertura... como poderia continuar sendo "site sobre educação das professoras do grupo de estudos..."?

Assim, modifiquei o título do blog, anteriormente "GEEMPA_Tapes". Escolhi um nome de uma amplitude maior, para que se ampliassem igualmente os assuntos das postagens.

Enfim, só não haverá mudança na metodologia empregada... continuarei a que aprendi. Será mais difícil, porém meus alunos merecem o melhor de mim.

GEEMPA na web

Abaixo, vc encontrará várias notícias sobre o GEEMPA, classificadas pelas mais recentes...
Boa leitura!

UFMG, 15 de setembro de 2004

Governo do Piauí, 29 de janeiro de 2003

Correio Web, 21 de dezembro de 2001

Jornal do Brasil, 14 de maio de 2000