
quarta-feira, 10 de junho de 2009
PROJETO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO

terça-feira, 28 de abril de 2009
Projeto Nosso Corpo_recreação e arte
Objetivos:
No final do projeto os alunos deverão ser capazes de:
Identificar todas as partes do corpo;
Conhecer as partes do corpo;
Reconhecer os sentidos;
Identificar e diferenciar as partes do próprio corpo com as partes do corpo dos amigos;
Vestir-se e desvestir-se sozinho;
O professor deverá:
Estimular as crianças a: rolar, agarrar, sentar, engatinhar, andar em um pé só, andar sobre linhas – Trabalhando assim atividades de Psicomotricidade;
Estimular o raciocínio e a atenção;
Estimular a Socialização;
Estimular as crianças a explorar todos os sentidos de forma abrangente.
Culminância:
Ginástica orientada com músicas;
Montagem de um mural e de dois bonecões para brincar e enfeitar a sala de aula.
"Rodinha":
Num segundo momento o professor deve conversar de forma informal sobre cada parte do corpo: boca, nariz, orelhas, braços, mãos, tronco, pernas, pés... Para que servem? – O professor deve provocar as crianças com esta pergunta para cada parte do corpo que for citada.
Deixar que os alunos se expressem livremente, fazendo as devidas colocações e orientações. Ao fim da conversa sugerimos o trabalho com as músicas já bastante conhecidas das crianças.
Músicas para cantar e dramatizar:
1 - Partes do Corpo:
Cabeça, ombro, joelho e pé.
Cabeça, ombro, joelho e pé.
Olhos, ouvidos, boca e nariz.
Cabeça, ombro, joelho e pé.
Pedir que as crianças mostrem as partes do corpo em si e nos amigos;
Mostrar gravuras e pedir que indiquem as partes do corpo.
2 - Pop Pop:
Coloque a mão para frente,
Coloque a mão para o lado,
Coloque a mão para frente,
Balança ela agora
Eu danço pop pop
Eu danço pop pop
Eu danço pop pop
Assim é bem melhor!
(Repetir com todas as partes do corpo possíveis.).
3 - Preá
Sai sai sai ó preá
sai dessa lagoa
Sai sai sai ó preá
sai dessa lagoa
Põe uma mão na cabeça
A outra na cintura
Dá um remelexo no corpo
Dá um abraço no outro
Relaxamento...
Aproveitar as cantigas da Xuxa e do estímulo que provoca nas crianças, concluir com o relaxamento da música: Feche os olhos – Do CD Xuxa só para baixinhos 1.
Brincar com o corpo e com os sentidos...
O professor deve propiciar atividades diversas de Psicomotricidade:
Pular em um pé som ao ritmo de uma música;
Andar em cima de uma linha traçada no chão com uma bola na mão;
Subir e descer escadas ao ouvir determinados sons;
Engatinhar, saltar, com ritmo ou livremente;
Virar cambalhota com auxílio do professor em um colchonete;
Vestir e desvestir-se, com a roupa pedida, a cada ordem do professor;
Dançar em diferentes ritmos;
Pular entre bambolês;
Imitar animais;
Andar em curvas;
Arremessar e agarrar bolas;
Brincar de Chefinho mandou;
Brincar de Morto-Vivo;
Brincar de Estátua;
Brincar de cabra-cega;
E inúmeras outras atividades de acordo com a necessidade da turma, material disponível, tempo e desejo do professor...
Sugestões de Alguns Jogos de Trabalho com corpo e explorando os sentidos:
1-Caçador de tartarugas:
Os jogadores dispersam-se pelo pátio: são as tartarugas. Ao sinal, o caçador sai correndo para pegar as tartarugas. Estas evitarão ser apanhadas deitando-se de costas, pernas e braços encolhidos, imitando tartaruga deitada de costas. Enquanto estiverem nesta posição, não poderão ser caçadas. O jogador que for apanhado será eliminado.
2 – Jogo das Cores:
Sentados em círculos, os alunos devem aguardar a indicação do professor. Ao indicar uma cor, exemplo: verde – Todos devem sair correndo e tocar em algo da cor indicada.
3 – Me dá um abraço:
Os alunos devem estar distantes um do outro. Ao sinal especificado: Três palminhas dadas pelo professor, por exemplo, todos devem correr e encontrar um amigo para abraçar.
4 - Lobos e Carneirinhos:
Formação: Traçar no chão duas linhas afastadas cerca de 20 metros uma da outra. As crianças são divididas em dois grupos: lobos e Carneirinhos. Cada grupo se coloca atrás de uma linha. O grupo dos lobos fica de costas para o grupo dos Carneirinhos. Desenvolvimento: Ao sinal do professor, os Carneirinhos saem a caminhar, o mais silenciosamente possível, em direção aos lobos. Quando estiverem bem próximo deles o professor diz: “Cuidado com os lobos”!Estes, então, voltam-se rapidamente em partem em perseguição aos Carneirinhos. Os Carneirinhos apanhados antes de alcançar a linha original (de onde vieram) passam a ser lobos. Na repetição da brincadeira invertem-se os papéis.
Sugestão: Antes de proporcionar essa brincadeira, é interessante que se explore o que se sabe e se discuta sobre esses animais: Como são? Quem já viu um carneirinho? Quem já viu um lobo? Onde? Quando? Se viu o que achou do animal? Vamos imitar um lobo? Vamos imitar um carneirinho? O professor deve explorar o tema de acordo com o interesse das crianças.
sábado, 18 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Desabafo e pesquisa em Alfabetização
Pesquisei em uma noite (em que estava p..) pois não suportava mais comentários destrutivos ao meu trabalho, no outro dia levei para a escola, pois havia reunião... falei resumidamente tudo o que escrevi aqui, mas quando entreguei esta pesquisa para as colegas... nem leram!!! Já era de se esperar!!!
Que letra usar na alfabetização de crianças? Cursiva ou MAIÚSCULA? _yahoo respostas
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061018134935AAGkduY
Sou Pedagogo e trabalho alfabetizando crianças de 6 anos. Alguns livros de alfabetização trazem apenas letras maiúsculas, mas os pais cobram muito o ensino da letra cursiva, qual é melhor para o aprendizado da leitura e da escrita?
Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta
Oi, fui professora de alfabetização por muito tempo, fiz o PROFA( programa para professores alfabetizadores) para ensinar a ler e escrever o melhor é começar pela letra de forma A, U B D G.pois são mais fáceis de traçar, não esquecendo que sãos esses tipos de letras que são encontradas em revistas, jornais, tv, etc. após trabalhar e sentir que as crianças estão mais seguras ir apresentando aos poucos as palavras escritas também com letra cursiva e deixa-las a vontade, sem cobrar, pq se ele reconhece as letras não demora muito estarão escrevendo de todo jeito. ah lembre aos pais que eles( os filhos) terão bastante tempo para escrever, o mais importante é que eles saibam o que estão escrevendo, não é?é bom ter a participação dos pais, mas não esqueça que vc e as crianças é que sabem o que esta ou não dando resultado na sala, e que primeiramente deve ser respeitado o tempo de cada criança. espero ter ajudado. bjs
Outras Respostas (8)
· by ♥
Olá,Segundo minha mãe, que é alfabetizadora, letra maiúscula é melhor porque a criança poderá encontrar esse tipo de letra em várias publicações tais como: livrinhos infantis, rótulo de produtos, outdoors, encartes de supermercados etc.Como esse tipo de letra está mais presente no cotidiano(leitura incidental), facilita a prática da leitura e conseqüentemente a da escrita.Explique aos pais que esse é o melhor método de a criança aprender mais fácil.Quando já estiverem mais seguras na leitura, o aprendizado em letra cursiva será mais simples.Abs
· by Marcela Santos
Olha, eu trabalhei como educadora e ideal seria se a letra cursiva fosse introduzida quando a criança dominar o alfabeto e conseguir ler, afinal os livros de educação infantil não possuem letra cursiva... isso dá um nó na cabeça dos pequeninos... os pais hoje em dia não se preocupam com o processo de evolução das crianças e sempre querem atropelar as etapas...
· by deia
Eu sou professora de educação infantil, e dentro das palestra com profissionais que já tive , devemos usar letra de forma,com crianças de educação infantil.
· by nininha
Pela experiência que tenho como educadora, digo que utilize letra usada pela imprensa, independendo se maiúscula ou minúscula, pois é a forma mais encontrada nos diversos textos que você deverá apresentar aos seus alunos (histórias infantis, notícias de jornal, histórias em quadrinhos, poesias, etc...), não se esquecendo de apresentar também a letra cursiva (maiúscula e minúscula) e como mãe posso dizer que depois que seus alunos estiverem familiarizados com as letras eles passarão para a letra cursiva naturalmente, posso afirmar pois aconteceu com meus filhos. Sucesso em sua carreira pois ela é emocionante.
· by Eliana G
Prefiro a letra maiúscula, para que a criança não tenha muitos caracteres para aprender no início, e também por ser mais fácil de escrever!
· by roxane
eu prefiro maiusculas e bem coloridas a criança asssocia melhor com as cores
· by suzi
Primeiramente você fale para os pais , que eles precisam ficar menos ansiosos. a letra ideal é a maiúscula .
· by Fernanda
Para a alfabetização a letra maiúscula é mais aconselhável, pois é de mais fácil visualização e a coordenação motora é mais simples, a letra cursiva pode-se utilizar depois que as crianças já estiverem mais coordenação e maturidade.
· by nadeshik...
Devemos começar com a letra de fôrma, porque além de ser de mais fácil compreensão, treina bastante a coordenação motora da criança. Mas quando a classe já souber todas as letras e estiver progredindo na leitura, comece vagarosamente a transcrição para a letra cursiva!Os pais podem cobrar à vontade...
OBSERVAÇÃO: Neste site, qualquer pessoa pode responder... Portanto não é necessário ser um estudioso no assunto para saber qual é o melhor, mas se caso ainda surgir dúvidas, a pesquisa é fundamental!!!
O site da Revista Nova Escola traz dois textos sobre as dúvidas neste caso:
Como podemos proceder no ensino das letras? http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/criancas-devem-aprender-escrever-letra-forma-depois-passar-cursiva-428549.shtml
Respostas às dúvidas freqüentes em alfabetização: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/todos-podem-aprender-423838.shtml
Ainda em relação à alfabetização de modo mais abrangente, para facilitar, podem-se ler os seguintes sites:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfabetiza%C3%A7%C3%A3o
http://tatiana-alfabetizacao.blogspot.com/
http://cantinhoencantadodaeducacaoinfantil.blogspot.com
http://abcdaproerika.blogspot.com/
http://reginapironatto.blogspot.com/
http://www.paulofreire.ufpb.br/paulofreire/principal.jsp
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/momento-atual-423395.shtml
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/ler-escrever-verdade-423924.shtml
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/aposte-alto-capacidade-alunos-429248.shtml
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/alfabetizar-todo-dia-431196.shtml
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/todos-podem-aprender-423838.shtml
PS: apenas tive tempo de pesquisar (e ler) estes... dicionário, blogs e site da revista nova escola, porém caso houver interesse, basta pedir que auxiliarei a pesquisa com prazer!
E, pra quem não tem acesso à Internet, existem os livros (escritos por estudiosos sobre alfabetização!):
PAULO FREIRE (Pedagogias da autonomia, da tolerância, do oprimido, da indignação, dos sonhos possíveis, da esperança; “Alfabetização: leitura do mundo, leitura da palavra”; “Importância do ato de ler”; “Educação e mudança”, dentre outros)
PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITAFERREIRO, E.; TEBEROSKY, A - Editora Artmed
FORMANDO CRIANÇAS LEITORAS - VOL. 1JOLIBERT, J. - Editora Artmed
ESCREVER E LER - VOL. 2CURTO, LLUÍS MARUNY; MORILLO, MARIBEL MINISTRAL; TEIXIDÓ, MANUEL MIRALLES - Editora Artmed
ENSINAR A LER, ENSINAR A COMPREENDERTERESA COLOMER; ANNA CAMPS - Editora Artmed
AS CRIANÇAS E A CULTURA ESCRTITAJAQUES BERNARDIN - Editora Artmed
LER E ESCREVER NA ESCOLADELIA LERNER - Editora Artmed
CONTEXTOS DE ALFABETIZAÇÃO INICIALANA TEBEROSKY, MARTA SOLER GALLART E COLS. - Editora Artmed
A CRIANÇA NA FASE INICIAL DA ESCRITAANA LUIZA BUSTAMANTE SMOLKA - Editora Cortez
CAMINHOS PARA APRENDER A LER E ESCREVERJOSETTE JOLIBERT, CHRISTINE SRAIKI - Editora Contexto
DE PROFESSOR A EDUCADOR - CONTRIBUIÇOES DA PSICOPEDAGOGIA ALVES, MARIA DOLORES FORTES - Editora Wak
APRENDIZAGEM ESCOLAR E CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTOCÉSAR COLL - Editora Artmed
ALFABETIZAÇÃO MÉTODO SOCIOLINGÜÍSTICOONAIDE SCHWARTZ MENDONÇA; OLYMPIO CORREA MENDONÇA - Editora Cortez
ANALFABETISMO FUNCIONAL: O MAL NOSSO DE CADA DIAMOREIRA, DANIEL AUGUSTO - Editora Thomson Learning (Pioneira)
O ENSINO E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR - 2.ED. REVISTAANGELA B. KLEIMAN; INÊS SIGNORINI E COLS. - Editora Artmed
ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS CONSTRUÇÃO E INTERCÂMBIO - 7.ED. ANA MARÍA KAUFMAN; MIRTA CASTEDO; LILIA TERUGGI; CLAUDIA MOLINARI - Editora Artmed
O julgamento precipitado ou sem uma base fundamentada em pesquisas ATUAIS e de fácil CORROBORAÇÃO não permite o desenvolvimento... tanto do estudante quanto do profissional da educação, quanto da escola em questão ou até mesmo da sociedade!
Em outras palavras, parafraseando Paulo Freire... “não basta saber que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.” (Paulo Freire).
Boa pesquisa!
Abraços!
Marlova Gonçalves Jacobsen
domingo, 11 de janeiro de 2009
Saudade! 1º ano, turma 02/2008
Atividade com Glossário nos Grupos Áulicos


Teatrinho de fantoches



material dourado, alfabeto móvel e jogos.

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Recreação


Escada dos níveis psicogenéticos
domingo, 14 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
O prazer cabe, sim, na sala de aula
18 de Fevereiro de 2008
De acordo com a psicopedagoda Alicia Fernández, o segredo está em extrair das diferenças o prazer da troca. "Entre o ensinante e o aprendente há um campo de diferenças onde se situa o prazer de aprender", disse.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Entrevista com José Pacheco - Escola da Ponte
O educador português conta como é a Escola da Ponte, em que não há turmas, e diz que 'quem quer inovar deve ter mais interrogações que certezas'.
http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0171/aberto/mt_134319.shtml
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Alfabetização informal na Ed. Infantil: estudo de caso
"Quando eu era bebê eu era bonito? Em outros lugares os animais perguntaram a seus pais a mesma coisa, mas quando chegou na história do sapo a conversa foi outra. E se você quiser saber o restante desta história compre o livro: Como É que Eu Era Quando Era Bebê?"
"Um trabalho desse tipo é uma necessidade hoje, pois as crianças precisam ter acesso à norma culta desde cedo para poder ter uma participação social efetiva no futuro", diz Beatriz Gouveia, coordenadora do Programa Além das Letras do Instituto Avisa Lá, em São Paulo."Engana- se quem acha que isso é escolarizar a Educação Infantil, ocupando o tempo da brincadeira para ensinar conceitos e definições da língua.Assim como oferecemos experiências com música, arte e natureza, apresentar práticas sociais de leitura e escrita é algo que as crianças também têm o direito de vivenciar."
Apresenta um gênero textual.
Ensina a socializar os livros prediletos.
O sucesso de um projeto de indicação literária depende de certos requisitos. A assessora Beatriz Gouveia apresenta algumas condições didáticas importantes:
Creche/Pré-Escola Central da Universidade de São Paulo, Av. da Universidade, 200, 05508-900, São Paulo, SP, tel. (11) 3032-2233
Além da Alfabetização, Ana Teberosky e Liliana Tolchinsky, 296 págs., Ed. Ática, tel. (11) 3990-2100, 39,50 reais
Diálogo entre o Ensino e a Aprendizagem, Telma Weisz, 136 págs., Ed. Ática, 33,50 reais
Ler e Escrever na Escola, Delia Lerner, 128 págs., Ed. Ar tmed, tel. 0800-703-3444, 32 reais
Ler e Escrever, Anne-Marie Chartier, Christiane Clesse, Jean Herbrard, 170 págs., Ed. Artmed, 38 reais
Psicopedagogia da Linguagem Escrita, Ana Teberosky, 152 págs., Ed. Vozes, tel. (24) 2233-9000, 25,60 reais
terça-feira, 10 de junho de 2008
Relatório Itinerante
Neste trimestre haverá o relatório itinerante, que servirá como auto-avaliação e integração do professor com a família, pois contará com a participação dos responsáveis discorrendo sobre a trajetória da aprendizagem e o método empregado para tal, além de anotações do professor e dos alunos. O que é?
É uma pasta que contém informações sobre os alunos e atividades realizadas em sala de aula, as descobertas feitas e comentários, dos alunos e da professora.
Esta pasta ‘visitará’ a casa dos alunos e os pais também poderão escrever seus comentários e observações.
Por que utilizar?
Para integrar ainda mais a família e a escola, pois assim o aprendizado é mais significativo para o aluno: quando valorizado. Será de grande valia também para o planejamento posterior de algumas atividades em aula.
Como utilizar?
Os pais ou responsáveis devem procurar o nome do seu filho e escrever algo relativo à aprendizagem dele (por exemplo: as ‘melhoras’ obtidas, os comentários que faz em casa), às atividades feitas ou dúvidas.
Quando devolver?
Este relatório deve ser devolvido no 2º dia após sua retirada, ou seja, ficará 2 dias em casa. Se o aluno o levou na segunda-feira, na quarta-feira deve ser repassado para o próximo aluno. Portanto, os dias serão sempre às segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras.
Para saber quem é o próximo aluno a levá-lo, deve respeitar a ordem inversa do alfabeto, ou seja, nomes do Z ao A.
Cuidados:
O relatório foi confeccionado pela professora, assim, deve ser tratado tal como foi feito: com amor!
terça-feira, 20 de maio de 2008
Por que ser professor
Matéria da revista Nova Escola, trata sobre a educação como prioridade no nosso país, sobre as vagas para aqueles que têm interesse em lecionar, vantagens e desvantagens do magistério, formação.
Boa leitura, mas nada que a gente não saiba...
http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/Esp_016/aberto/mt_especial_268533.shtml
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Gestão escolar
Mas o que é uma gestão escolar eficiente? A resposta está na preocupação do gestor com o pedagógico: "É função do diretor ou da equipe gestora estar sempre alerta aos problemas de aprendizado para ajudar o professor a encontrar as melhores estratégias de ensino". Além de incentivar o uso de novas metodologias e tecnologias, o diretor deve promover a discussão permanente de assuntos pedagógicos e outros que permeiam a educação, como o comportamento afetivo e sexual dos jovens, as drogas e o consumismo.
A escola geralmente é uma instituição que reage negativamente a mudanças, e todos os rituais de passagem são enfrentados com resistência. Opor-se a essa inércia é uma das marcas do bom gestor.
A boa gestão não está ligada às ações de uma só pessoa, mas envolve a comunidade pedagógica todos que interagem com os alunos e que ensinam algo a eles. Apesar de o papel do diretor ser fundamental, sozinho ele não consegue atingir as metas de um aprendizado de qualidade. O coordenador pedagógico é seu braço direito para procurar alternativas para a sala de aula, ir atrás de estratégias de ensino novas e eficientes, planejar os horários de trabalho coletivo ou coordenar discussões pedagógicas. O professor, por sua vez, também deve estar envolvido com o trabalho de gestão, pois na ponta de todo o processo está ele com sua classe, aplicando tudo o que foi discutido em equipe.
Um bom gestor deve ser um líder e agregar as seguintes atitudes:
Estar sempre preocupado com os resultados da aprendizagem.
Participar do planejamento e fazer o acompanhamento do trabalho docente.
Conversar com alunos e funcionários para detectar problemas e níveis de satisfação e ouvir sugestões.
Ser um construtor de consensos, mas estar sempre aberto às novas idéias e à diversidade, aceitando opiniões e novas propostas.
Ser audacioso o suficiente para fazer as mudanças necessárias visando sempre melhorar a qualidade do ensino.
Manter as questões administrativas em dia.
Retirado da Revista Nova Escola, edição 188 - dez/2005
Entitulado: 'Gestão escolar - Qual o segredo do sucesso de um gestor?'
sexta-feira, 25 de abril de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Intervenção pedagógica em relação às dificuldades de aprendizagem
Profª Ms. Clarice Monteiro Escott
DIAGNÓSTICO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NA ESCOLA:
ALGUMAS POSSIBILIDADES DE DIAGNÓSTICO NA SALA DE AULA:
*A espontaneidade de ação é parte do processo de investigação do professor;
*Respeito ao tempo e possibilidades do aluno;
*Instrumentos para o diagnóstico: a entrevista da história do aluno, a evolução psicogenética, a
utilização de jogos de regras, simbólicos ou de repetição, informática, música, etc...
*Importância do registro das observações e da busca teórica para compreensão dos processos e
hipóteses levantadas.
INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA SALA DE AULA
A SALA DE AULA ENQUANTO SITUAÇÃO PROBLEMA:
*Problematizar qualquer situação surgida: O que é? Qual a questão? Como fazer? Quais os dados?
Como organizar? Como desenvolver? Como finalizar? Que material usar?
*Perguntas que conduzam a: organização do pensamento, planejamento de situações, estrutura da
situação (começo, meio e fim), avaliação e adequação das ações;
> intervenção a partir das possibilidades do aluno e das estruturas operatórias subjacentes ao
conhecimento escolar.
Aluno Sujeito Objeto do conhecimento
de aprendizagem Desejo
Professor mediador
INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA SALA DE AULA
I - Ênfase na construção da autonomia dos alunos: investimento nas relações de cooperação e
construção de regras de convivência; trabalho a partir de situações problema – seleciona hipóteses, testa
caminhos e possibilidades.
II – Aumento da auto-estima e segurança; as soluções são fruto do trabalho pessoal e grupal, da
criatividade, reconhecimento das próprias possibilidades.
III – Equilibração da Modalidade de aprendizagem: equilíbrio entre assimilação e acomodação,
flexibilidade no pensamento sobre o objeto de conhecimento.
IV – Desenvolvimento das estruturas operatórias de pensamento: organiza atividades ou projetos,
pesquisa e seleciona opções, desenvolve soluções – utilização de jogos de repetição ( sensório motores),
simbólico e de regras.
V - Resgata o desejo de aprender: relação entre o afetivo e o cognitivo (atende as necessidades do
aluno).
VI – Torna-se sujeito do seu aprender: constrói a responsabilidade sobre a sua própria aprendizagem
– autonomia e autoria de pensamento.
VII – Atenção às 4 dimensões da aprendizagem: corpo, inteligência, organismo e desejo.
quinta-feira, 27 de março de 2008
Epistemologia de Piaget
NOÇÕES OPERATÓRIAS SEGUNDO A
EPISTEMOLOGIA GENÉTICA DE PIAGET
NOÇÃO DE OBJETO PERMANENTE: Possibilidade de substancialidade, permanência e localização de um determinado objeto. Diferenciação.
NOÇÃO DE ESPAÇO: noção de um espaço geral que engloba todas as particularidades de espaço,
compreendendo todos os objetos tornados sólidos e permanentes, inclusive o corpo próprio, coordenando os deslocamentos (anteriormente, existe uma série de espaços heterogêneos uns aos outros, incoordenados entre eles e todos centrados sobre o corpo próprio: bucal, visual, tátil, auditivo).
NOÇÃO DE TEMPO: O conceito de tempo envolve as noções de sucessão de eventos, duração e
simultaneidade.
FUNÇÃO SIMBÓLICA: é a linguagem, sistema de sinais sociais em oposição aos símbolos
individuais. Várias formas de manifestação anteriores:
1. Jogo simbólico: representação de alguma coisa por meio de objeto ou gesto.
2. Imitação indireta: simbolismo gestual.
3. Imagem mental ou imitação interiorizada.
SERIAÇÃO: possibilidade de comparar os elementos entre eles, colocando-os sob uma ordem
(menor ao maior p. ex). Implica uma lógica de classes, relações e números.
CLASSIFICAÇÃO: compreensão do fato de que a parte é menor que o todo. Toma como critério a inclusão de classes.
CONSERVAÇÃO: capacidade de entender que quantidades de objetos continuam a ter o mesmo
comprimento, substância, número, etc., se nada for adicionado ou retirado, apenas a forma alterada.
REVERSIBILIDADE: é a característica dos estados de equilíbrio. Capacidade de executar a mesma ação nos dois sentidos do percurso, mas tendo consciência de que se trata da mesma ação. A capacidade da criança no estágio operacional concreto, de entender que qualquer mudança de posição, forma, ordem, etc., pode ser mentalmente revertida isto é, voltar para a sua forma posição, ordem ou número original.
NOÇÃO DE CAUSALIDADE: relação que une a causa a seu efeito.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
GOULART, Iris Barbosa: Piaget: experiências básicas para utilização pelo professor. Petrópolis, RJ: 1991.
KAMII, Constance. A criança e o número. Campinas: Papirus, 1998.
MONTANGERO, Jaques; MAURICE-NAVILLE, Danielle. Piaget ou a inteligência em evolução. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
PETERSON, Rosemary, Manual Piagetiano para professores e pais: crianças na idade da
descoberta. Porto Alegre : Artes Médicas, 2002.
PIAGET, Jean. Problemas de Psicologia Genética: Rio de Janeiro: Forense Editora,1973.
__________. A Formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação: Rio de Janeiro: Forense Editora:1978.
__________.Seis Estudos de Psicologia, Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.
RANGEL,Ana Cristina. Educação Matemática e a construção do número pela criança. Porto Alegre: Artes Médicas,1992.
VISCA, Jorge. El diagnostico operatorio em la practica psicopedagogica. Buenos Aires: 1995.
WADSWORTH, Barry J, Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget. São Paulo:
Pioneira,1992.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Mensagem
"A verdadeira aprendizagem chega ao coração do que significa ser humano. Através da aprendizagem, nos recriamos. Através da aprendizagem tornamo-nos capazes de fazer algo que nunca fomos capazes de fazer. Através da aprendizagem percebemos novamente o mundo e nossa relação com ele. Através da aprendizagem ampliamos nossa capacidade de criar, de fazer parte do processo gerativo da vida." Peter Senge
domingo, 9 de março de 2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
Dinâmicas de apresentação
Dinâmica para o Primeiro Dia de Aula
OBJETIVO GERAL: Facilitar o entrosamento, despertar a cordialidade e espontaneidade.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Atividade inicial para promover aproximação entre os colegas, ou entre eles e crianças novas, no primeiro dia do ano em que se encontram.
COMO JOGAR:
- Peça que todos se levantem e caminhem pelo espaço. Avise que você vai dar um sinal (pode ser uma palma ou apito) e, quando o ouvir, cada um deverá parar diante de um colega, trocar um olhar e acenar com um "tchauzinho". Quem não conseguir um par para fazer isto irá sentar-se no chão.- A brincadeira recomeça. Todos voltam a caminhar pelo espaço, pois ninguém fica de fora, neste jogo. Só que agora a regra é outra: ao ouvir o sinal, todos vão parar diante de duas pessoas (nenhuma pode ser a mesma de antes), trocar um olhar e perguntar os seus nomes. Quem não conseguir, vai sentar-se no chão.
- Agora, vamos parar e segurar a mão de três pessoas, que não sejam as mesmas das etapas anteriores.
- Em seguida, vamos dar um forte abraço em quatro pessoas...- Para terminar, todos vão cumprimentar quem ainda não cumprimentaram e voltar aos seus lugares.
As Dinâmicas de Integração
Excelentes para os primeiros dias de aula e têm como objetivo:
- que os participantes se apresentem;- que memorizem os respectivos nomes;- que iniciem um relacionamento amistoso;- que se desfaçam as inibições;- que falem de suas expectativas.
Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.
Material Necessário: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.
Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a auto-estima.
Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.
Formar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la atentamente. Exemplo: "Abraço de três" e todos começam a se abraçar em grupo de três; "abraço de cinco", "abraço de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador esteja atento para que todos participem.
Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase.Exemplo: "Durante minhas férias irei para a praia..".O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguinte dirá: "Quando estiver no barco, irei..."
7) Apresentação
Propor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os participantes do grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante for pronunciado, ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo.
GEEMPA na web
Boa leitura!













